sábado, 14 de julho de 2007

Seu Nome

Olhos oblíquos da cor do ébano... Profundos!

De que mundo eles vieram?...

Olhos oblíquos da cor do ébano... Profundos!

O que será que eles pensam?...


Tu surgiste, naquela noite, como algo especial.

Não posso dizer que foi paixão.

Nada naquele momento foi real.

Não posso dizer que foi amor...Não.


Meu peito já não bate mais,

Sobrou-me apenas lembranças...

De um momento que não volta jamais,

Mas ainda me resta as esperanças...


Pôr que? És tu!...


Olhos oblíquos da cor do ébano... Profundos!

De que mundo contam histórias?...

Olhos oblíquos da cor do ébano... Profundos!

O que será que eles viram?...


Sou tolo... Reconheço...

Que de mim sinto ódio

Mas é pôr ti que padeço.

Mesmo mergulhado em ópio...


Se os sonhos que ti acompanham.

Pôr um instante, ao menos, eu os viveria,

E não mais padeceria.

Como?... Como os céus te chamam?


Diga-me...

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